



Dados
DADOS
José Firmino de Oliveira, nascido em 15 de setembro de 1909, filho de Firmino José da Silva e Maria Alves de Oliveira.
José Firmino se casou-se pela primeira vez em e 20 de setembro de 1933 com Divina Conceição de Jesus.
01 – BRASILINA MARIA ALVES nascida em 11 de fevereiro de 1936. Casou-se em 23 de maio de 1953 com o jovem JOÃO ALVES CANDIDO nascido em 11 de fevereiro de 1936. “Faleceu em 28 de dezembro de 1971”. Tiveram três filhos que são:
I – GENI MARIA ALVES nascida em 08 de abril de 1956.
II – GENISILVIO ALVES DE OLICEIRA nascido em 02 de setembro de 1958.
III – GENIVALDO ALVES OLIVEIRA nascido em 23 de junho de 1960.
02 – JOÃO JOSÉ DE OLIVEIRA nascido em 05 de março de 1938. Casou em 14de julho de 1962, com ADJANILA TEREZA DE OLIVEIRA nascida em 01 de junho de 1940 e tiveram quatro filhos.
I – JOVAIR JOÃO DE OLIVEIRA nascido em 02 de agosto de 1963. Casou-se.
II – ADVANIR DIVINA DE OLIVEIRA nascida em 13 de agosto de 1965. Casou-se.
III – ADNAIR TEREZA DE OLIVEIRA nascida em 30 de agosto de 1966. Casou-se.
IV – JOVENIR JOÃO DE OLIVEIRA nascido em 03 de outubro de 1967. Casou-se.
03 – JAIR JOSE DE OLIVEIRA nascido em 13 de setembro de 1939. Casou-se em 21 de setembro de 1963 com MAURA TEREZA DE OLIVEIRA (NEGA) nascida em 03 de julho de 1946. Eles tiveram quatro filhos:
I - ADAILTON JOSÉ DE OLIVEIRA nascido em 24 de dezembro de 1965.
II - VANDOMILTO JOSÉ DE OLIVEIRA nascido em 30 de outubro de 1967.
III - MARCILENE DIVINA DE JESUS nascida em 16 de fevereiro de 1969.
IV - LUCILENE DIVINA DE JESUS nascida em 22 de junho de 1970.
04 – MARIA CONCEIÇÃO DE OLIVEIRA ROCHA nascida em 30 de agosto de 1942. Casou-se em 06 de maio de 1961 com EDSON ROCHA nascido em 21 de dezembro de 1938. “Faleceu em 21 de agosto de 1995” Tiveram três filhos:
I – EDINAMAR OLIVEIRA ROCHA nascido em 14 de fevereiro de 1962. Casou-se.
II – EDMA OLIVEIRA ROCHA SOUZA nascida em 19 de julho de 1963. Casou-se.
III – EDMILSO OLIVEIRA ROCHA nascido em 21 de agosto de 1965. Casou-se.
05 – LAURA MARIA DA SILVA nascida em 24 de setembro de 1944. Casou-se em 18 de maio de 1963 com SILVIO PEREIRA DA SILVA nascido em 27 de fevereiro de 1938. “Destinado por Deus também, como sua sogra foi acometido de malaria e por esta ele foi levado para o oriente eterno em 07 de agosto de 1975”. Eles tiveram três filhos:
I – EMITON PEREIRA DA SILVA nascido em25 de março de 1964.
II – SIDESSON PEREIRA DA SILA nascido em 03 de março de 1965.
III – SILVANI MARIA DA SILVA nascida em 16 de junho de 1972.
06 – ILDA MARIA OLIVEIRA VARGAS nascida em 06 de junho de 1946. Casou-se em 24 abril de 1965 com DAVI NOGUEIRA VARGAS nascido em 29 de dezembro de 1942 “falecimento 17 de maio de 1972”.Tiveram três filhos:
I – MARISTELA DE OLIVEIRA VARGAS nascida em 29 de janeiro de 1966.
II – SIMONE DE OLIVEIRA VARGAS nascida em 10 de setembro de 1969.
III – GEOVANE DE OLIVEIRA VARGAS nascido em 11 de setembro de 1971.
Divina Conceição morreu em fevereiro de 1947. José Firmino volta a se casar novamente em
José Firmino se casou-se pela primeira vez em e 20 de setembro de 1933 com Divina Conceição de Jesus.
Filhos do primeiro casamento de José Firmino
01 – BRASILINA MARIA ALVES nascida em 11 de fevereiro de 1936. Casou-se em 23 de maio de 1953 com o jovem JOÃO ALVES CANDIDO nascido em 11 de fevereiro de 1936. “Faleceu em 28 de dezembro de 1971”. Tiveram três filhos que são:
I – GENI MARIA ALVES nascida em 08 de abril de 1956.
II – GENISILVIO ALVES DE OLICEIRA nascido em 02 de setembro de 1958.
III – GENIVALDO ALVES OLIVEIRA nascido em 23 de junho de 1960.
02 – JOÃO JOSÉ DE OLIVEIRA nascido em 05 de março de 1938. Casou em 14de julho de 1962, com ADJANILA TEREZA DE OLIVEIRA nascida em 01 de junho de 1940 e tiveram quatro filhos.
I – JOVAIR JOÃO DE OLIVEIRA nascido em 02 de agosto de 1963. Casou-se.
II – ADVANIR DIVINA DE OLIVEIRA nascida em 13 de agosto de 1965. Casou-se.
III – ADNAIR TEREZA DE OLIVEIRA nascida em 30 de agosto de 1966. Casou-se.
IV – JOVENIR JOÃO DE OLIVEIRA nascido em 03 de outubro de 1967. Casou-se.
03 – JAIR JOSE DE OLIVEIRA nascido em 13 de setembro de 1939. Casou-se em 21 de setembro de 1963 com MAURA TEREZA DE OLIVEIRA (NEGA) nascida em 03 de julho de 1946. Eles tiveram quatro filhos:
I - ADAILTON JOSÉ DE OLIVEIRA nascido em 24 de dezembro de 1965.
II - VANDOMILTO JOSÉ DE OLIVEIRA nascido em 30 de outubro de 1967.
III - MARCILENE DIVINA DE JESUS nascida em 16 de fevereiro de 1969.
IV - LUCILENE DIVINA DE JESUS nascida em 22 de junho de 1970.
04 – MARIA CONCEIÇÃO DE OLIVEIRA ROCHA nascida em 30 de agosto de 1942. Casou-se em 06 de maio de 1961 com EDSON ROCHA nascido em 21 de dezembro de 1938. “Faleceu em 21 de agosto de 1995” Tiveram três filhos:
I – EDINAMAR OLIVEIRA ROCHA nascido em 14 de fevereiro de 1962. Casou-se.
II – EDMA OLIVEIRA ROCHA SOUZA nascida em 19 de julho de 1963. Casou-se.
III – EDMILSO OLIVEIRA ROCHA nascido em 21 de agosto de 1965. Casou-se.
05 – LAURA MARIA DA SILVA nascida em 24 de setembro de 1944. Casou-se em 18 de maio de 1963 com SILVIO PEREIRA DA SILVA nascido em 27 de fevereiro de 1938. “Destinado por Deus também, como sua sogra foi acometido de malaria e por esta ele foi levado para o oriente eterno em 07 de agosto de 1975”. Eles tiveram três filhos:
I – EMITON PEREIRA DA SILVA nascido em25 de março de 1964.
II – SIDESSON PEREIRA DA SILA nascido em 03 de março de 1965.
III – SILVANI MARIA DA SILVA nascida em 16 de junho de 1972.
06 – ILDA MARIA OLIVEIRA VARGAS nascida em 06 de junho de 1946. Casou-se em 24 abril de 1965 com DAVI NOGUEIRA VARGAS nascido em 29 de dezembro de 1942 “falecimento 17 de maio de 1972”.Tiveram três filhos:
I – MARISTELA DE OLIVEIRA VARGAS nascida em 29 de janeiro de 1966.
II – SIMONE DE OLIVEIRA VARGAS nascida em 10 de setembro de 1969.
III – GEOVANE DE OLIVEIRA VARGAS nascido em 11 de setembro de 1971.
Divina Conceição morreu em fevereiro de 1947. José Firmino volta a se casar novamente em
30 de novembro de 1947 com Leopoldina filha de Senhor José Bento. Leopoldina também era
viúva e tinha três filhos do ultimo casamento.
01 - JOSÉ LOURENÇO RIBEIRO nascido em 15 de março de 1940. “Destinado por Deus, partiu para o oriente eterno em 26 de outubro de 1963. Foi repentinamente, estava no curral ajudando apartar gado”.
02 - LOURDES MARIA RIBEIRO DOS SANTOS nascida em 24 de abril de 1945. Casou-se em 08 de fevereiro de 1975 com WALTER MOREIRA DOS SANTOS nascido 14 de julho de 1946. O Walter é filho de Alvino Moreira e Josefa Moreira dos Santos, casal vindo da Bahia. Tiveram dois filhos:
I – ROSANGELA RIBEIRO DOS SANTOS NASCIDA EM 14 DE DEZEMBRO DE 1975.
II – ROGERIO RIBEIRO DOS SANTOS nascido em 12 de setembro de 1977.
03- ANA LOURENÇO RABELO (NITINHA) nascida em 13 de junho de 1946. Casou-se em 06 de janeiro de 1973 com AGNALDO ALVES RABELO nascido em 29 de agosto de 1947. “Falecimento 13 de fevereiro de 2007”. Agnaldo é filho do casal Sebastião Rabelo e Dalvina vindo da cidade mineira Cascalho Rico.Tiveram três filhos:
I – LUCIANO LOURENÇO RABELO nascido em 25 de novembro de 1974.
II – JULIANA MARIA LOURENÇO RABELO nascida em 07 de setembro de 1976.
III – FLAVIANA LOURENÇO RABELO nascida em 28 outubro de 1978.
1 - ANTONIO JOSÉ DE OLIVEIRA nascido em 18 de outubro de 1948. Casou-se 09 de fevereiro de 1973 com VILMACI CAETANO DE OLIVEIRA. Vilmaci é filha de Adão Caetano e Iolanda moradores do município de Jaupaci-Go. Tiveram uma filha:
MARCIA CAITANO DE OLIVEIRA nascida em 25 de maio de 1974. “Destinado por Deus foi acometido de uma depressão. Esta o levou para o oriente eterno em 04 de abril de 1988”.
02 – DIVINO JOSÉ DE OLIVEIRA nascido em 25 de novembro de 1950. Casou-se em 24 de setembro de 1977 com NEUZA MARIA DA SILVA OLIVEIRA nascida em 29 de novembro de 1956. Neuza é filha do casal Manoel José da Silva( Lico) e Maria Narciza da Silva ( Mariquinha) conterrâneos e amigos do José Firmino e também com vínculo de parentesco primo de José firmino. Tiveram dois filhos:
I – BRENO SILVA OLIVEIRA nascido em 25 de novembro de 1979.( No mesmo dia do seu pai)
II – BEATRIZ SILVA OLIVEIRA nascida em 23 de abril de 1982.
03- SEBASTIANA DE OLIVEIRA COELHO nascida em 19 de maio de 1955. Casou-se em 01 de dezembro de 1979 com MIGUEL APOLINARIO COELHO nascido em 10 de novembro de 1953. Miguel é filho de Pedro José Coelho e Lazara Marcelina vindos da cidade de Moiporá –Go. Tiveram três filhos:
I – VINICIUS APOLINARIO OLIVEIRA COELHO nascido em 28 de fevereiro de 1981.
II – TIAGO APOLINARIO OLIVEIRA COELHO nascido em 19 de janeiro de 1983.
III – MIGUEL APOLINARIO COELHO JUNIOR nascido em 21 de outubro de 1984.
04 – SEBASTIÃO JOSÉ DE OLIVEIRA nascido em 27 de fevereiro de 1958. Casou-se em 22 de fevereiro de 1992 com SIMONE MARIA DA SILVA OLIVEIRA nascida em 27 de julho de 1974. Simone filha de José Geraldo da Silva e Divina Maria da Silva, vindos da mesma região de Minas Gerais Carmo do Paranaiba. Tiveram dois filhos:
I – ANA CAROLINA SILVA OLIVEIRA nascida em 23 de novembro de 1992.
II – JOSÉ GERALDO SILVA OLIVEIRA nascido em 28 de abril de 1994.
05 – FIRMINO JOSÉ DE OLIVEIRA nascido em 07 de dezembro de 1960. Casou-se em 13 de julho de 1991 com DINAIR RIBEIRO LEMES DE OLIVEIRA nascida em 14 de setembro de 1965. Dinair é filha de José Jacinto e Abadia Lemes, moradores da região de Montes Claros de Goiás. Tiveram dois filhos:
I- JOSÉ FIRMINO DE OLIVEIRA NETO nascido em 05 de novembro de 1992.
II – RICARDO LEMES DE OLIVEIRA nascido em 25 de fevereiro de 1995.
(Obs: não concluímos a nossa historia estamos aguardando a ajuda dos familiares.)
OS FILHOS DA LEOPOLDINA, DO PRIMEIRO CASAMENTO.
01 - JOSÉ LOURENÇO RIBEIRO nascido em 15 de março de 1940. “Destinado por Deus, partiu para o oriente eterno em 26 de outubro de 1963. Foi repentinamente, estava no curral ajudando apartar gado”.
02 - LOURDES MARIA RIBEIRO DOS SANTOS nascida em 24 de abril de 1945. Casou-se em 08 de fevereiro de 1975 com WALTER MOREIRA DOS SANTOS nascido 14 de julho de 1946. O Walter é filho de Alvino Moreira e Josefa Moreira dos Santos, casal vindo da Bahia. Tiveram dois filhos:
I – ROSANGELA RIBEIRO DOS SANTOS NASCIDA EM 14 DE DEZEMBRO DE 1975.
II – ROGERIO RIBEIRO DOS SANTOS nascido em 12 de setembro de 1977.
03- ANA LOURENÇO RABELO (NITINHA) nascida em 13 de junho de 1946. Casou-se em 06 de janeiro de 1973 com AGNALDO ALVES RABELO nascido em 29 de agosto de 1947. “Falecimento 13 de fevereiro de 2007”. Agnaldo é filho do casal Sebastião Rabelo e Dalvina vindo da cidade mineira Cascalho Rico.Tiveram três filhos:
I – LUCIANO LOURENÇO RABELO nascido em 25 de novembro de 1974.
II – JULIANA MARIA LOURENÇO RABELO nascida em 07 de setembro de 1976.
III – FLAVIANA LOURENÇO RABELO nascida em 28 outubro de 1978.
FILHOS ADQUIRIDOS NO SEGUNDO CASAMENTO DO CASAL.
1 - ANTONIO JOSÉ DE OLIVEIRA nascido em 18 de outubro de 1948. Casou-se 09 de fevereiro de 1973 com VILMACI CAETANO DE OLIVEIRA. Vilmaci é filha de Adão Caetano e Iolanda moradores do município de Jaupaci-Go. Tiveram uma filha:
MARCIA CAITANO DE OLIVEIRA nascida em 25 de maio de 1974. “Destinado por Deus foi acometido de uma depressão. Esta o levou para o oriente eterno em 04 de abril de 1988”.
02 – DIVINO JOSÉ DE OLIVEIRA nascido em 25 de novembro de 1950. Casou-se em 24 de setembro de 1977 com NEUZA MARIA DA SILVA OLIVEIRA nascida em 29 de novembro de 1956. Neuza é filha do casal Manoel José da Silva( Lico) e Maria Narciza da Silva ( Mariquinha) conterrâneos e amigos do José Firmino e também com vínculo de parentesco primo de José firmino. Tiveram dois filhos:
I – BRENO SILVA OLIVEIRA nascido em 25 de novembro de 1979.( No mesmo dia do seu pai)
II – BEATRIZ SILVA OLIVEIRA nascida em 23 de abril de 1982.
03- SEBASTIANA DE OLIVEIRA COELHO nascida em 19 de maio de 1955. Casou-se em 01 de dezembro de 1979 com MIGUEL APOLINARIO COELHO nascido em 10 de novembro de 1953. Miguel é filho de Pedro José Coelho e Lazara Marcelina vindos da cidade de Moiporá –Go. Tiveram três filhos:
I – VINICIUS APOLINARIO OLIVEIRA COELHO nascido em 28 de fevereiro de 1981.
II – TIAGO APOLINARIO OLIVEIRA COELHO nascido em 19 de janeiro de 1983.
III – MIGUEL APOLINARIO COELHO JUNIOR nascido em 21 de outubro de 1984.
04 – SEBASTIÃO JOSÉ DE OLIVEIRA nascido em 27 de fevereiro de 1958. Casou-se em 22 de fevereiro de 1992 com SIMONE MARIA DA SILVA OLIVEIRA nascida em 27 de julho de 1974. Simone filha de José Geraldo da Silva e Divina Maria da Silva, vindos da mesma região de Minas Gerais Carmo do Paranaiba. Tiveram dois filhos:
I – ANA CAROLINA SILVA OLIVEIRA nascida em 23 de novembro de 1992.
II – JOSÉ GERALDO SILVA OLIVEIRA nascido em 28 de abril de 1994.
05 – FIRMINO JOSÉ DE OLIVEIRA nascido em 07 de dezembro de 1960. Casou-se em 13 de julho de 1991 com DINAIR RIBEIRO LEMES DE OLIVEIRA nascida em 14 de setembro de 1965. Dinair é filha de José Jacinto e Abadia Lemes, moradores da região de Montes Claros de Goiás. Tiveram dois filhos:
I- JOSÉ FIRMINO DE OLIVEIRA NETO nascido em 05 de novembro de 1992.
II – RICARDO LEMES DE OLIVEIRA nascido em 25 de fevereiro de 1995.
(Obs: não concluímos a nossa historia estamos aguardando a ajuda dos familiares.)
CAPITULO 1
José Firmino de Oliveira nasceu em 15 de setembro de 1909. Primeiro filho do casal Firmino José da Silva e Maria Alves de Oliveira.
José Firmino de Oliveira é neto de José Manoel da Silva de seu decimo terceiro filho.
Ele se casou com Divina Conceição de Jesus. Ela nascida em 17 de maio de 1.918. Filha de Guilhermino Pereira da Silva e Brasilina Rosa de Jesus.
José Firmino de Oliveira é neto de José Manoel da Silva de seu decimo terceiro filho.
Ele se casou com Divina Conceição de Jesus. Ela nascida em 17 de maio de 1.918. Filha de Guilhermino Pereira da Silva e Brasilina Rosa de Jesus.
José Firmino e Divina se casaram no religioso em 20 de setembro de 1933. Foi uma grande festa realizada na fazenda Boa Esperança, propriedade de seu sogro Guilhermino Pereira da Silva. Fazenda, esta, próxima a de seus pais, na região do Córrego da Taboca, no município de Rio Paranaíba, Minas Gerais. Hoje está região é município da cidade Arapuá, Minas Gerais.
Eles foram morar na Fazenda Capão, localizada na cabeceira do córrego Fradique. Onde seu pai tinha uma fazenda. Foi nela que ele viveu toda sua vida, após o seu casamento e criou seus treze filhos.
José Firmino tinha adquirido a fazenda capão de Luis Simão, tio de Maria Alves, sua mãe.
Hoje os casais não pensam em adquirir muitos filhos. Mas naqueles anos todos os casais queriam ter muitos.
Eles foram morar na Fazenda Capão, localizada na cabeceira do córrego Fradique. Onde seu pai tinha uma fazenda. Foi nela que ele viveu toda sua vida, após o seu casamento e criou seus treze filhos.
José Firmino tinha adquirido a fazenda capão de Luis Simão, tio de Maria Alves, sua mãe.
Hoje os casais não pensam em adquirir muitos filhos. Mas naqueles anos todos os casais queriam ter muitos.
Naquela época os padres costumavam sair andando de cavalo pelas fazendas trabalhos conhecidos por "desobriga", quando vão levando o evangelho aos seus fieis celebrando missas, realizando casamentos e batizados.
Porém, nesta fazenda, em 11 de fevereiro de 1.936, foi o grande dia para aquele jovem casal, José Firmino e Divina. Estava chegando o primeiro filho. Uma moça. Brasilina Maria de Oliveira, sendo batizada e tendo por padrinhos seus avôs, Firmino e Maria Alves. Ela recebeu o primeiro nome de sua avó materna "Brasilina".
O casamento do civil não foi realizado no mesmo dia do religioso, porque foi realizado na fazenda apenas com a presença do padre. Não estava presente o escrivão, faltando assim o casamento no registro civil.
Em 12 de setembro de 1.936, como eles não tinham casado no civil e somente no religioso, nesta data foi realizado o casamento no civil, no Cartório de registro Civil de Carmo do Paranaíba.
José Firmino e esposa mesmo trabalhando muito, mas como até hoje as coisas não são fáceis, eles tinham um pequeno sitio o qual não oferecia muito futuro.
Também sua irmã Firmina Alves de Oliveira e José Pinto, que tinha casado em 15 de junho de 1932, não tendo terras próprias, morava na fazenda macaúba que era de propriedade do avô de José Pinto, na localidade denominada fazenda da família Pinto.
Estas duas famílias, pensando em ter vários filhos, que era o costume da época e um futuro melhor para a nova geração, planejavam encontrar um lugar mais promissor para criar os filhos.
Após Firmina e José Pinto, juntamente com o seu irmão o José Firmino se comunicarem e expondo seus objetivos planejaram mudar para Goiás.
Goiás estava passando por uma transformação muito grande, tinha acabado de mudar à capital, que até então era Vila Boa, passando para Goiânia, estado onde ainda encontravam terras boas e de menor custo. Resolveram também eles mudarem para Goiás e escolhendo a região de Anápolis.
O motivo da procura da região de Anápolis foi por já terem vários parentes nesta região.
Onde já estavam morando os tios de Divina, irmãos de seu pai. Entre alguns deles estava a Maria Rita "Cota", a Sebastiana "Tianinha", o José Pereira, que era casado com a Santa, e já tendo vários filhos. Eles tinham mudado para Goiás em 1931, e moravam na Fazenda Sozinha.
Da parte de José Firmino tinha uma tia, irmã do Firmino, era a Maria Cândida de Jesus "Maria Rita", e seu esposo o Olímpio Antônio Ribeiro, com suas famílias.
Os irmãos José Olímpio Ribeiro, a Francisca Joana de Jesus e suas famílias vieram em 1933.
Logo após, em 1935, chegou a Goiás os pais de José Olímpio e Francisca Joana, a Maria Cândida de Jesus "Maria Rita", e seu esposo Olímpio Antonio Ribeiro e os outros filhos. A Maria Rita é tia de José Firmino e Firmina.
O meio de transporte que foi usado por todos que tinham vindo em anos anteriores era o carro de boi e tropas de montaria.
José Firmino com sua esposa, e a filha, Brasilina, que tinha apenas um ano de idade mudaram para Goiás em março de 1937.
Junto veio a Firmina e Jose Pinto, que já tinham os três primeiros filhos, Nair, Geni e Maria Firmina.
Porém, nesta fazenda, em 11 de fevereiro de 1.936, foi o grande dia para aquele jovem casal, José Firmino e Divina. Estava chegando o primeiro filho. Uma moça. Brasilina Maria de Oliveira, sendo batizada e tendo por padrinhos seus avôs, Firmino e Maria Alves. Ela recebeu o primeiro nome de sua avó materna "Brasilina".
O casamento do civil não foi realizado no mesmo dia do religioso, porque foi realizado na fazenda apenas com a presença do padre. Não estava presente o escrivão, faltando assim o casamento no registro civil.
Em 12 de setembro de 1.936, como eles não tinham casado no civil e somente no religioso, nesta data foi realizado o casamento no civil, no Cartório de registro Civil de Carmo do Paranaíba.
José Firmino e esposa mesmo trabalhando muito, mas como até hoje as coisas não são fáceis, eles tinham um pequeno sitio o qual não oferecia muito futuro.
Também sua irmã Firmina Alves de Oliveira e José Pinto, que tinha casado em 15 de junho de 1932, não tendo terras próprias, morava na fazenda macaúba que era de propriedade do avô de José Pinto, na localidade denominada fazenda da família Pinto.
Estas duas famílias, pensando em ter vários filhos, que era o costume da época e um futuro melhor para a nova geração, planejavam encontrar um lugar mais promissor para criar os filhos.
Após Firmina e José Pinto, juntamente com o seu irmão o José Firmino se comunicarem e expondo seus objetivos planejaram mudar para Goiás.
Goiás estava passando por uma transformação muito grande, tinha acabado de mudar à capital, que até então era Vila Boa, passando para Goiânia, estado onde ainda encontravam terras boas e de menor custo. Resolveram também eles mudarem para Goiás e escolhendo a região de Anápolis.
O motivo da procura da região de Anápolis foi por já terem vários parentes nesta região.
Onde já estavam morando os tios de Divina, irmãos de seu pai. Entre alguns deles estava a Maria Rita "Cota", a Sebastiana "Tianinha", o José Pereira, que era casado com a Santa, e já tendo vários filhos. Eles tinham mudado para Goiás em 1931, e moravam na Fazenda Sozinha.
Da parte de José Firmino tinha uma tia, irmã do Firmino, era a Maria Cândida de Jesus "Maria Rita", e seu esposo o Olímpio Antônio Ribeiro, com suas famílias.
Os irmãos José Olímpio Ribeiro, a Francisca Joana de Jesus e suas famílias vieram em 1933.
Logo após, em 1935, chegou a Goiás os pais de José Olímpio e Francisca Joana, a Maria Cândida de Jesus "Maria Rita", e seu esposo Olímpio Antonio Ribeiro e os outros filhos. A Maria Rita é tia de José Firmino e Firmina.
O meio de transporte que foi usado por todos que tinham vindo em anos anteriores era o carro de boi e tropas de montaria.
José Firmino com sua esposa, e a filha, Brasilina, que tinha apenas um ano de idade mudaram para Goiás em março de 1937.
Junto veio a Firmina e Jose Pinto, que já tinham os três primeiros filhos, Nair, Geni e Maria Firmina.
Apesar de trem de ferro não ser possível trazer grandes mudanças, como nos carros de bois, como seus parentes viajavam em anos anteriores, José Firmino e sua família preferiram viajar de trem.
Partiram da estação ferroviária de Catiara, próximo a cidade Serra dos Salitre, Minas Gerais, no Alto do Paranaíba.
José Pinto, durante esta viagem, falava para sua filha Nair, que tinha quatro anos na época, para não abrir a janela do vagão, pois poderia cair faíscas do fogo vindo da caldeira do trem de ferro, correndo o risco de queimar alguma coisa.
A estação de Catiara era muito conhecida por José Firmino. Era aonde seu pai levava em carros de boi parte da produção de sua fazenda para ser comercializada nas casas de comercio existentes desde 1916, quando chegou a linha de ferro até lá, e também aonde ele fazia suas compras de necessidades para a fazenda.
O José Firmino anteriormente acompanhava seu pai guiando os bois, depois passou a ser o carreiro e seus irmãos mais novos candeeiros.
Eles seguiram de trem de ferro da estação Catiara até Anápolis.
Firmina e José Pinto chegando a Goiás, já foi logo comprando suas terras, também no município de Anápolis, na fazenda Pindobal.
Pindobal era próximo a um povoado onde era muito movimentado. Era ponto de parada dos viajantes que transitavam, passando na estrada que ligava Anápolis a Goiânia a nova capital de Goiás. Localidade onde já tinha também alguns comércios, com muitas variedades. Também era ponto para almoço, jantar e tomar café.
Esse ponto era conhecida por Corrutela da Linguiça, por servir nas refeições quase sempre a carne do porco caipira. A Currutela de 1937, que era apenas um ponto de parada para os viajantes, foi crescendo e hoje é Goianápolis, a cidade mais conhecida do estado de Goiás por ser a maior produtora de tomate do estado.
José Firmino foi morar nas terras da tia de sua esposa, Maria Rita "Cota", irmã do Guilhermino seu sogro. Era localizada na fazenda Sozinha.
Em Goiás estava indo tudo muito bem. Em 6 de janeiro de 1938, nasceu o o sobrinho de José Firmino, o quarto filho do casal, Firmina e José Pinto. Seu é Manoel Pinto de Oliveira. Foi o primeiro filho dos dois casais a nascer em Goiás.
No dia 5 de março de 1938, quando José Firmino e sua família moravam na fazenda da Cota, foi um grande dia, nasceu seu segundo filho, João José de Oliveira. Sendo registrado e batizado em Anápolis. Teve como padrinhos, de batismo Ageu e Divina, de representação Narciza que também era parente da família.
Neste ano também mudaram para Goiás, o sogro de José Firmino com a sua terceira esposa e todos os seus filhos, desde o primeiro casamento. Ficando todos na região de Itaberaí.
Partiram da estação ferroviária de Catiara, próximo a cidade Serra dos Salitre, Minas Gerais, no Alto do Paranaíba.
José Pinto, durante esta viagem, falava para sua filha Nair, que tinha quatro anos na época, para não abrir a janela do vagão, pois poderia cair faíscas do fogo vindo da caldeira do trem de ferro, correndo o risco de queimar alguma coisa.
A estação de Catiara era muito conhecida por José Firmino. Era aonde seu pai levava em carros de boi parte da produção de sua fazenda para ser comercializada nas casas de comercio existentes desde 1916, quando chegou a linha de ferro até lá, e também aonde ele fazia suas compras de necessidades para a fazenda.
O José Firmino anteriormente acompanhava seu pai guiando os bois, depois passou a ser o carreiro e seus irmãos mais novos candeeiros.
Esta estação, tanto José Firmino, como seu cunhado José Pinto, conheciam muito bem. Eles, tanto um como o outro, sempre estavam indo até lá quando tinham que levar alguma coisa para negociar ou buscar suas necessidades.
Eles seguiram de trem de ferro da estação Catiara até Anápolis.
Firmina e José Pinto chegando a Goiás, já foi logo comprando suas terras, também no município de Anápolis, na fazenda Pindobal.
Pindobal era próximo a um povoado onde era muito movimentado. Era ponto de parada dos viajantes que transitavam, passando na estrada que ligava Anápolis a Goiânia a nova capital de Goiás. Localidade onde já tinha também alguns comércios, com muitas variedades. Também era ponto para almoço, jantar e tomar café.
Esse ponto era conhecida por Corrutela da Linguiça, por servir nas refeições quase sempre a carne do porco caipira. A Currutela de 1937, que era apenas um ponto de parada para os viajantes, foi crescendo e hoje é Goianápolis, a cidade mais conhecida do estado de Goiás por ser a maior produtora de tomate do estado.
José Firmino foi morar nas terras da tia de sua esposa, Maria Rita "Cota", irmã do Guilhermino seu sogro. Era localizada na fazenda Sozinha.
Em Goiás estava indo tudo muito bem. Em 6 de janeiro de 1938, nasceu o o sobrinho de José Firmino, o quarto filho do casal, Firmina e José Pinto. Seu é Manoel Pinto de Oliveira. Foi o primeiro filho dos dois casais a nascer em Goiás.
No dia 5 de março de 1938, quando José Firmino e sua família moravam na fazenda da Cota, foi um grande dia, nasceu seu segundo filho, João José de Oliveira. Sendo registrado e batizado em Anápolis. Teve como padrinhos, de batismo Ageu e Divina, de representação Narciza que também era parente da família.
Neste ano também mudaram para Goiás, o sogro de José Firmino com a sua terceira esposa e todos os seus filhos, desde o primeiro casamento. Ficando todos na região de Itaberaí.
CAPITULO 2
José Firmino e Divina, também queriam adquirir suas terras. E foi na Fazenda São Bento, no município de Itaberaí, próximo a um povoado conhecida por Capelinha, onde adquiriram este tão sonhado terreno no ano de 1938.
Em 1939 o sogro de José Firmino, Guilhermino Pereira, também comprou uma fazenda em no município de Itaberaí, para onde mudou com toda sua família.
Já estando morando em suas terras, no dia 13 de setembro de 1939, outro grande dia, nasceu seu terceiro filho, Jair José de Oliveira. Seus padrinhos de batismo foram seu avô Guilhermino Pereira da Silva e sua terceira esposa Guaraciaba. E de representação sua tia, irmã de sua mãe, a Maria Conceição, de apelido Salía. Seus padrinhos de crisma foram sua tia Leopoldina "Fia" com seu marido Juca Pedro, ela também irmã de sua mãe.
Em 1939 o sogro de José Firmino, Guilhermino Pereira, também comprou uma fazenda em no município de Itaberaí, para onde mudou com toda sua família.
Já estando morando em suas terras, no dia 13 de setembro de 1939, outro grande dia, nasceu seu terceiro filho, Jair José de Oliveira. Seus padrinhos de batismo foram seu avô Guilhermino Pereira da Silva e sua terceira esposa Guaraciaba. E de representação sua tia, irmã de sua mãe, a Maria Conceição, de apelido Salía. Seus padrinhos de crisma foram sua tia Leopoldina "Fia" com seu marido Juca Pedro, ela também irmã de sua mãe.
Em 1940 tudo estava correndo muito bem. Já tinham sua fazenda e algumas cabeças de gado. A família aumentando e crescendo. Porém estavam com muita saudade dos parentes que tinham ficado em Minas Gerais. Além do mais, seu irmão, João Firmino tinha se casado com sua prima Sebastiana Aurora, filha de tio Augusto, irmão de seu pai.
Em julho do mesmo ano, foi o grande mês do retorno para rever todos, levar os filhos que tinha nascido em Goiás para os parentes conhecerem e crismar o filho João. Seus padrinhos foram seus tios Antônio Firmino e Zizelda.
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| Antônio Firmino e Zizelda |
Quando lá chegaram foi uma grande festa para todos da família, tanto os parentes de José Firmino como também os da sua esposa Divina. No final do mês ia ser o retorno, mas antes foi visitar o jovem casal João Firmino e Sebastiana. João e Sebastiana estavam com um pequeno comércio na Cidade do Carmo. José Firmino, achando muito sem futuro aquele trabalho fez um convite aos dois de vir também para Goiás. O convite foi aceito e em setembro do mesmo ano eles mudaram.
Quando João Firmino e Sebastiana chegaram em Goiás, seu irmão José Firmino, já estava com a moradia pronta e preparando um local para ele fazer a sua roça.
Foram muito bem sucedidos. O sucesso foi tamanho. No ano seguinte, além da boa colheita de mantimentos, em 14 de julho de 1941 estava chegando o primeiro filho de João Firmino e Sebastiana, o Aldo João da Silva. Foi batizado no dia 20 do mesmo mês e teve como padrinhos de batismo José Firmino e Divina, e de representação uma vizinha que era goiana, a jovem Ondina, filha de um grande fazendeiro da região, o senhor José Mendonça e dona Clotilde. O celebrante do Batismo foi o Padre Alexandre da Paróquia de Anicuns do estado de Goiás.
O motivo de ter sido batizado no sétimo dia de nascido foi pelo fato do celebrante estar de visita a uma capela próximo de onde ele nasceu. Neste local ele dava assistência a capela e os moradores mais próximos de tempos em tempos.
Em Itaberaí tudo continuava muito bem, o patrimônio das famílias aumentava cada dia mais. Também em Anápolis, na fazenda Pindobal, a família de sua irmã, Firmina e José Pinto tinha aumentado. Os que tinham vindo de Minas em 1937 já estava grandinhos e tinha aumentado mais dois filhos.
Em 6 de janeiro de 1938 tinha sido o grande dia para aquela família, nascia o quarto filho, e sendo um rapaz, Manoel Pinto de Oliveira. Em 9 de fevereiro de 1940 nascia mais uma moça, o quinto e ultimo filho do casal, Gessi Alves de Oliveira, seus padrinhos de crisma foi a Maria Quirino e José Quirino.
Todos viram como Goiás estava sendo bom para todos das famílias.
Em 30 de agosto de 1942 o casal José Firmino e Divina ganhava mais uma filha, Maria Conceição de Oliveira.
Seus padrinhos de batismo foram seus tios Firmina e José Pinto. Seus padrinhos de crisma foram Dona Maria e seu esposo o senhor Boaventura, filho de Manoel Anselmo.
Quando João Firmino e Sebastiana chegaram em Goiás, seu irmão José Firmino, já estava com a moradia pronta e preparando um local para ele fazer a sua roça.
Foram muito bem sucedidos. O sucesso foi tamanho. No ano seguinte, além da boa colheita de mantimentos, em 14 de julho de 1941 estava chegando o primeiro filho de João Firmino e Sebastiana, o Aldo João da Silva. Foi batizado no dia 20 do mesmo mês e teve como padrinhos de batismo José Firmino e Divina, e de representação uma vizinha que era goiana, a jovem Ondina, filha de um grande fazendeiro da região, o senhor José Mendonça e dona Clotilde. O celebrante do Batismo foi o Padre Alexandre da Paróquia de Anicuns do estado de Goiás.
O motivo de ter sido batizado no sétimo dia de nascido foi pelo fato do celebrante estar de visita a uma capela próximo de onde ele nasceu. Neste local ele dava assistência a capela e os moradores mais próximos de tempos em tempos.
Em Itaberaí tudo continuava muito bem, o patrimônio das famílias aumentava cada dia mais. Também em Anápolis, na fazenda Pindobal, a família de sua irmã, Firmina e José Pinto tinha aumentado. Os que tinham vindo de Minas em 1937 já estava grandinhos e tinha aumentado mais dois filhos.
Em 6 de janeiro de 1938 tinha sido o grande dia para aquela família, nascia o quarto filho, e sendo um rapaz, Manoel Pinto de Oliveira. Em 9 de fevereiro de 1940 nascia mais uma moça, o quinto e ultimo filho do casal, Gessi Alves de Oliveira, seus padrinhos de crisma foi a Maria Quirino e José Quirino.
Todos viram como Goiás estava sendo bom para todos das famílias.
Em 30 de agosto de 1942 o casal José Firmino e Divina ganhava mais uma filha, Maria Conceição de Oliveira.
Seus padrinhos de batismo foram seus tios Firmina e José Pinto. Seus padrinhos de crisma foram Dona Maria e seu esposo o senhor Boaventura, filho de Manoel Anselmo.
José Firmino, Divina e os quatro primeiros filhos
Também neste ano, Firmina e José Pinto, mesmo tendo tido muito sucesso e alegrias em sua fazenda Pindobal no município de Anápolis, estavam se sentindo muito só com seus filhos distante de todos os parentes.
Tiveram uma grande oportunidade. Surgindo um bom negocio, vender a fazenda e no negocio entrando um carro de boi. Mudaram também para Itaberaí aonde estava morando José Firmino, João Firmino e varias outras famílias mineiras que também já tinha mudado para lá. Após a primeira visita feita por José Firmino em Minas, isto em 1940, muitos outros mineiros de sua região também passaram a mudar para Goiás, indo morar na região de Itaberaí.
Mas nem todos poderiam comprar fazenda nesta região. O motivo era que o terreno estava muito valorizado. José Firmino era um homem que não pensava só nele, mas também em sua família mais próxima. Queria de uma forma ou de outra ajudar todos os parentes e também os conhecidos. Ele tinha preocupação com todos. Pensando nisso surgiu outra grande oportunidade para todos que lá moravam. A região de Itajubá era conhecida por muitos por ser onde existiam muitos garimpos nas bacias dos rios Pilões e Rio Claro. Estes garimpos já estava sendo explorados desde 1745. Mas como fazenda não era explorada. As terras ainda estavam baratas.
Em Itajubá já estavam morando dois mineiros. Antônio Galvão e a esposa Dona Divina que tinha uma irmã, Maria Luiza de Jesus, casado com o Jorge Pereira da Silva de apelido Jó, irmão da Brasilina Rosa de Jesus, a sogra de José Firmino.
Também tinha o José Quirino, que era primo de Manoel Anselmo. Pelo motivo de José Firmino e Manoel Anselmo já ter conhecidos em Itajubá prontificaram a ir até o local. Junto com eles foi, Julinho para lhes acompanhar. Julinho um jovem muito esperto que estava indo só para lhes acompanhar. Julinho era afilhado de Manoel Anselmo.
Foi uma ótima viagem, muito produtiva, foram muito bem recebidos pelas famílias, procuradas inclusive pelo chefe político da região Israel de Amorim. Teve apenas um pequeno contra tempo, a mula do Julinho adoeceu e teve que ser substituída por um cavalo que foi resolvido com o sr. Antônio Galvão. A viagem sendo muito produtiva já deixaram lugar demarcado para suas novas moradias.
"Itajubá teve sua origem, oficialmente, na fundação do Arraial de Pilões, na margem direita do Rio Claro, em 1748. Nessa ocasião, não passava de uma guarnição militar dos Dragões Reais policia Real. A policia real portuguesa, que sediava a empresa de exploração de diamantes, locada pelos irmãos Felisberto e Joaquim Caldeira Brant, empresários paulistas que já mineravam em Goiás desde 1735, nas lavras de ouro.
Pilões foi começando com a construção de uma bela igreja em estilo colonial, sede da Paróquia do Senhor Jesus do Bom Fim, do Quartel da Guarda Real e de alguns casarões, além de um monte de ranchos dos garimpeiros.
Nessa época Pilões teve seus dias de glória. Seu nome atravessou o Atlântico e foi conhecido até pela Corte em Lisboa, onde ainda hoje estão guardados muitos de seus documentos nos Arquivos Históricos de Torre do Tombo.
Pilões foi também sede do representante itinerante da Capitania de São Paulo, durante 1748, quando veio demarcar as frentes de serviços para a empresa Brant.
Foi em 1748 que Dão João Rei de Portugal por decreto desmembrou Goiás da capitania de São Paulo, elevando a uma capitania autônoma.
Porém somente a partir do dia 09 de novembro de 1749, quando foi oficializado a instalação da capitania de Goiás com a posse do primeiro governador Dom Marco de Noronha.
Depois desse primeiro momento das explorações do ouro e diamantes, Pilões passou a ser um entreposto comercial entre Vila Boa de Goiás e Cuiabá.
Ainda no Império, por Decreto provincial de 5 de julho de 1833, foi elevado a Distrito de Vila Boa, com nome de Rio Claro, e a igreja teve o nome mudado para Paróquia de Nossa Senhora do Rosário. O povoado permaneceu como Rio Claro até ser transferido para as margens do córrego Tamanduá, pelo Decreto-lei 557, de 30 de março de 1938, com o novo nome de Itajubá, oficializado pelo Decreto-lei 1.233, de 31 de outubro do mesmo ano, e posteriormente rebatizado por Iporá (“Águas Claras”, em linguagem indígena), pelo Decreto-lei 8.305, de 31 de dezembro de 1943. Impulsionado pelos imigrantes que passou a explorar a agricultura e a pecuária, Iporá desenvolveu rapidamente."
"BIOGRAFIA: Uma viagem no tempo de Pilões a Iporá - Prof. Moizés Alexandre Gomes."
Quando eles, Manoel Alselmo, José Firmino e Julinho retornaram da viagem foram logo comunicando como tinha acontecido.
José Firmino, não mediu esforços, vendeu sua propriedade e junto outros forma preparando a nova mudança
Em julho de 1943 partiu a primeira caravana mudança.
O primeiro grupo foi com quatro carros de bois, José Gonçalves com toda sua família, filhos e genros. Eles foram com dois carros de bois sendo um seu e o outro de seu concunhado Manoel Anselmo, ficando combinado que eles voltariam para a segunda caravana o mais rápido possível.
No carro de José Gonçalves, foi ele o carreiro juntamente com os filhos e genros. No carro de seu concunhado o carreiro foi o seu sobrinho João Anselmo, tendo como candeeiro o Manoel, neto da dona Leocádia. Nos outros dois carros, um de José Firmino, sendo ele o carreiro e o outro de seu cunhado José Pinto, o carreiro sendo o senhor José Juca. Todos estavam sendo acompanhados por suas famílias, esposas e filhos.
Os carreiros e candeeiros eram revezados com os adultos que fazia parte das mudanças. Os carros eram ocupados pelas poucas coisas que estavam sendo levadas e também pelas crianças. As mulheres com crianças de colo acompanhavam os carros, hora no carro ou em montarias a cavalo. Nestes quatro carros estava tudo que as famílias achavam necessário na nova moradia. Foram varias famílias que fizeram parte nesta primeira caravana, José Gonçalves com toda sua família, José Firmino, João Firmino e Sebastiana. Sebastiana estava no oitavo mês de gravidez de seu segundo filho.
Foram vários dias de viagem, não tinha uma estrada direta, seguiam passando por algumas fazendas, já existente ao longo de toda a trajetória.
Chegando ao destino final foi hora de preparar as novas moradias.
Todos foram morar na fazenda Tamanduá. José Firmino foi morar um pouco mais a cima, na margem esquerda de Córrego Seco.
José Gonçalves foi morar na divisa da Cachoeirinha com o Córrego Seco, que ainda é de seus descendentes. Abraão, genro de José Gonçalves, e também José Juca, foram morar na mesma fazenda próximo um do outro, seguindo a margem direita do Córrego Seco. José Pinto foi morar na margem esquerda do córrego Cachoeirinha, onde até hoje é de seu filho Manoel Pinto.
João Firmino foi morar na Fazenda do Senhor Antônio Galvão, onde em 02 de Agosto de 1943 nascia o segundo filho, a Maria Madalena "Nenzica", e sendo a primeira criança a nascer na nova moradia.
Tinham ficado para trás Manoel Anselmo, com parte de sua família e outras famílias. Os filhos de Manoel Anselmo, João Domingues de Araújo "João Anselmo", que foi um dos carreiros da primeira caravana. Seu s irmãos, o Boaventura Domingues de Araújo, Josino e Juquinha também vieram na primeira caravana.
O João Anselmo, que era um dos carreiros, voltou para ajudar na outra caravana. Os outros filhos de Manoel Anselmo, ficaram para fazer a casa e a roça na fazenda Buriti.
Boa Ventura, que entendia de carpintaria, contribuía na construção de todas as casas a ser construídas. Ele construiu inclusive a de seu pai. Enquanto seu irmão João Anselmo, seu candeeiro Manoel da Fia da Leocádia, seu tio, José Gonçalves, tendo como candeeiro o filho Zeca voltaram com os carros de bois, para buscar o restante das famílias que tinham ficado.
Estavam também outros que não eram mineiros, mas também estava acompanhando os mesmos para a nova terra. Não era tão longe, mas gastavam vários dias de viagem, não tendo estrada certa, vários rios e não tendo pontes.
As criações de gado e a tropa de montaria ficaram para trás. Depois de acabar de preparar todas as roças e plantios, foi à época de buscar o gado e a tropa, formaram vários cavaleiros. Foi uma festa. Foram vários dias de viagem de ida e volta. Quando chegaram com todas estas criações, estava assim concluída toda transferência daquelas famílias de mineiros vindo de Itaberaí para Itajubá.
João Firmino foi morar na Fazenda do Senhor Antônio Galvão, onde em 02 de Agosto de 1943 nascia o segundo filho, a Maria Madalena "Nenzica", e sendo a primeira criança a nascer na nova moradia.
Tinham ficado para trás Manoel Anselmo, com parte de sua família e outras famílias. Os filhos de Manoel Anselmo, João Domingues de Araújo "João Anselmo", que foi um dos carreiros da primeira caravana. Seu s irmãos, o Boaventura Domingues de Araújo, Josino e Juquinha também vieram na primeira caravana.
O João Anselmo, que era um dos carreiros, voltou para ajudar na outra caravana. Os outros filhos de Manoel Anselmo, ficaram para fazer a casa e a roça na fazenda Buriti.
Boa Ventura, que entendia de carpintaria, contribuía na construção de todas as casas a ser construídas. Ele construiu inclusive a de seu pai. Enquanto seu irmão João Anselmo, seu candeeiro Manoel da Fia da Leocádia, seu tio, José Gonçalves, tendo como candeeiro o filho Zeca voltaram com os carros de bois, para buscar o restante das famílias que tinham ficado.
Estavam também outros que não eram mineiros, mas também estava acompanhando os mesmos para a nova terra. Não era tão longe, mas gastavam vários dias de viagem, não tendo estrada certa, vários rios e não tendo pontes.
As criações de gado e a tropa de montaria ficaram para trás. Depois de acabar de preparar todas as roças e plantios, foi à época de buscar o gado e a tropa, formaram vários cavaleiros. Foi uma festa. Foram vários dias de viagem de ida e volta. Quando chegaram com todas estas criações, estava assim concluída toda transferência daquelas famílias de mineiros vindo de Itaberaí para Itajubá.
Chegando a Itajubá uma cidade recém-iniciada e sendo uma grande caravana, o chefe político da cidade, Israel de Amorim, foi até eles e todos que poderia adquirir sua terra, ele lhes vendeu. Os que não compraram foram morar nas terras dos que compraram, porque todos consideravam ser da mesma família.
Fonte: A maior parte destes relatos foi passado por João Anlselmo, que foi um dos que mais participou de tudo. Sendo ele carreiro nestas mudanças, começando com a do José Pinto, quando mudou da fazenda Pindobal em Anápolis para a fazenda São Bento. Em 1942 e em todas duas viagens com os carros e a buscada das criações e a tropa que tinha ficado lá na Fazenda São Bento.
João Anselmo já faleceu porém sua esposa, a dona Lilia, filha do sr. José Quirino e os filhos e netos em 2016 continuam morando em Iporá.
Fonte: A maior parte destes relatos foi passado por João Anlselmo, que foi um dos que mais participou de tudo. Sendo ele carreiro nestas mudanças, começando com a do José Pinto, quando mudou da fazenda Pindobal em Anápolis para a fazenda São Bento. Em 1942 e em todas duas viagens com os carros e a buscada das criações e a tropa que tinha ficado lá na Fazenda São Bento.
João Anselmo já faleceu porém sua esposa, a dona Lilia, filha do sr. José Quirino e os filhos e netos em 2016 continuam morando em Iporá.
Todos foram muito bem sucedidos com a mudança para Itajubá.
O José Pinto e Firmina, que adquiriram uma fazenda na fazenda Tamanduá, na beira do córrego cachoeirinha, começaram a derrubar matas para o plantio e formar pastagens.
José Firmino e Divina conseguiram uma boa fazenda. No córrego seco construíram uma casa com todas as benfeitorias plasto para manter o gado, paiol para guardar os mantimentos, mangueira para criar porcos, que era para a carne e o óleo usado nas comidas, a galinha caipira para ter os ovos e o frango para ter a carne com muitas outras benfeitorias. E o engenho de moer cana, para fazer rapadura e açúcar.
Em 1944, o João Firmino continuava morando na fazenda do senhor Antônio Galvão. José Firmino lhe fez um segundo convite para ele ir morar em sua fazenda no Córrego Seco. O primeiro convite tinha sido em 1940, no Carmo do Paranaíba, para ele lhe acompanhar para Goias e que foi muito bem aceito. O ultimo convite também foi aceito. Para onde ele iria morar poderia criar gado, porcos, galinhas e ter também espaço par os animais de montaria.
Em 24 de setembro do ano seguinte, 1944, nasce o quinto filho do casal, uma moça, Laura Maria da Silva, tendo como padrinhos de batismo seus tios João Firmino e Sebastiana.
De crisma a madrinha foi uma jovem, Elizia Rodrigues da Cunha, filha do senhor Antônio Galvão e Dona Divina.
Tudo continuava muito bem, no período da seca, era também época de moagem da cana de açúcar para fazer rapadura e o açúcar de forma, hoje conhecido por açúcar mascavo.
Em 6 de julho de 1946 foi mais um grande dia para aquela família, nasce o sexto e ultimo filho do casal, uma moça, a Ilda Maria de Oliveira. Seus padrinhos de batismo foram José Miranda e a esposa, dona Maria Miranda . A madrinha de crisma foi sua prima, Geni Alves de Oliveira, filha de Firmina e José Pinto. Tudo era só alegria para aquela família.
Mas destinado por Deus, após quatorze anos de muito trabalho, muitas alegrias, veio um momento de muita tristeza para toda família. Divina foi acometida de malária. Nesta região, não tendo muitos recursos médicos, ela foi levada para o oriente eterno em fevereiro de 1947. Foi encerrado assim aquele sonho que começou no dia de seu casamento, em 20 de setembro de 1933, na fazenda Boa Esperança, cabeceiras do córrego Taboca, de propriedade de seu sogro, o Guilhermino.
O José Firmino e a Divina, tiveram seis filhos
1° Brasilina Maria Alves - 11 de fevereiro de 1936
2° João José de Oliveira - 05 de março de 1938
3° Jair José de Oliveira - 13 de setembro de 1939
4° Maria Conceição de Oliveira - 30 de agosto de 1942
5° Laura Maria da Silva - 24 de setembro de 1944
6° Ilda Maria de Oliveira Vargas - 06 de julho de 1946
José Firmino ficando com seis filhos pequenos, sendo que a mais velha estava com dez anos e onze meses a mais nova com sete meses de idade. Mas sendo tudo encaminhado por Deus, tudo vai acontecendo para chegar a um momento melhor.
Neste mesmo ano mudou-se para a cidade de Iporá o Senhor José Bento e toda sua família. A sua filha Leopoldina, uma jovem senhora que também destinada por Deus tinha ficado viúva com três filhos pequenos, o mais velho com sete anos e a mais nova com um ano de idade.
A Leopoldina Maria de Jesus, nasceu no dia 05 de janeiro de 1921. Filha de José Bento de Oliveira e Ana Maria de Jesus. Ela também tinha ficado viúva em Goiânia no ano de 1946, antes de usa mudança com seu pai para Iporá.
Eles se conheceram e casaram em 30 de novembro de 1947. Com a união dos dois formaram um total de nove filhos, todos pequenos e todos precisando de apoio dos pais.
Os filhos de Leopoldina:
1° José Lourenço Ribeiro - 15 de março de 1940.
2° Lurdes Ribeiro dos Santos - 24 de abril de 1945.
3° Ana Lourenço Rabelo (Nitinha) - 14 de junho de 1946.
Mesmo com tudo acontecendo José Firmino pensando nos seus filhos, e nos filhos de seu vizinho, providenciou uma escola em 1948 para atender todas as crianças da região.
Em 1948 as coisas foram tomando rumo. Aquela nova família formada estava em fase de adaptação. Para eles era um novo começo. E em 18 de outubro nascia o primeiro filho do novo casal. Foi o Antônio José de Oliveira.
Na fazenda a rotina era a mesma, criando gado, cavalos, porcos, carneiros, também tocando roças fazendo pastagens e entre safra a moagem de cana para a fabricação da rapadura e o açúcar de forma, trabalho feito para a fazenda e para todos os vizinhos.
Em 25 de novembro de 1950 foi com muita alegria que receberam o segundo filho do casal, Divino José de Oliveira.
A escola criada em 1948, não estava atendendo as necessidades de todos os alunos, alguns já estavam alfabetizados e precisando de uma escola melhor.
Em 1953, José Firmino, junto com seu irmão João Firmino e outros da região, resolveram levar seus filhos para estudar em um colégio interno na cidade de Araguaiana, Mato Grosso
. O período escolar era de Fevereiro a Novembro de cada ano. E nesse intervalo eles voltavam para casa. O percurso era feito a cavalo gastando três dias, a noite dormia em redes, normalmente em varandas das fazendas em beiras de estradas, já previamente programados. Da casa de José Firmino foi João José de Oliveira, Jair José e José Lourenço.
Da casa de João Firmino foi Aldo e Maria Madalena "Nenzica'. De Iporá e também de Israelândia tinha outros alunos que também estudava no colégio. A partir de 1954 passou ir para o Colégio os sobrinhos da Divina, a primeira esposa de José Firmino, eles moravam na região da Cidade de Córrego do Ouro, indo também de a cavalo.
O José Pinto e Firmina, que adquiriram uma fazenda na fazenda Tamanduá, na beira do córrego cachoeirinha, começaram a derrubar matas para o plantio e formar pastagens.
José Firmino e Divina conseguiram uma boa fazenda. No córrego seco construíram uma casa com todas as benfeitorias plasto para manter o gado, paiol para guardar os mantimentos, mangueira para criar porcos, que era para a carne e o óleo usado nas comidas, a galinha caipira para ter os ovos e o frango para ter a carne com muitas outras benfeitorias. E o engenho de moer cana, para fazer rapadura e açúcar.
Em 1944, o João Firmino continuava morando na fazenda do senhor Antônio Galvão. José Firmino lhe fez um segundo convite para ele ir morar em sua fazenda no Córrego Seco. O primeiro convite tinha sido em 1940, no Carmo do Paranaíba, para ele lhe acompanhar para Goias e que foi muito bem aceito. O ultimo convite também foi aceito. Para onde ele iria morar poderia criar gado, porcos, galinhas e ter também espaço par os animais de montaria.
Em 24 de setembro do ano seguinte, 1944, nasce o quinto filho do casal, uma moça, Laura Maria da Silva, tendo como padrinhos de batismo seus tios João Firmino e Sebastiana.
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| Sebastiana e João Firmino |
Tudo continuava muito bem, no período da seca, era também época de moagem da cana de açúcar para fazer rapadura e o açúcar de forma, hoje conhecido por açúcar mascavo.
Em 6 de julho de 1946 foi mais um grande dia para aquela família, nasce o sexto e ultimo filho do casal, uma moça, a Ilda Maria de Oliveira. Seus padrinhos de batismo foram José Miranda e a esposa, dona Maria Miranda . A madrinha de crisma foi sua prima, Geni Alves de Oliveira, filha de Firmina e José Pinto. Tudo era só alegria para aquela família.
Mas destinado por Deus, após quatorze anos de muito trabalho, muitas alegrias, veio um momento de muita tristeza para toda família. Divina foi acometida de malária. Nesta região, não tendo muitos recursos médicos, ela foi levada para o oriente eterno em fevereiro de 1947. Foi encerrado assim aquele sonho que começou no dia de seu casamento, em 20 de setembro de 1933, na fazenda Boa Esperança, cabeceiras do córrego Taboca, de propriedade de seu sogro, o Guilhermino.
O José Firmino e a Divina, tiveram seis filhos
1° Brasilina Maria Alves - 11 de fevereiro de 1936
2° João José de Oliveira - 05 de março de 1938
3° Jair José de Oliveira - 13 de setembro de 1939
4° Maria Conceição de Oliveira - 30 de agosto de 1942
5° Laura Maria da Silva - 24 de setembro de 1944
6° Ilda Maria de Oliveira Vargas - 06 de julho de 1946
José Firmino ficando com seis filhos pequenos, sendo que a mais velha estava com dez anos e onze meses a mais nova com sete meses de idade. Mas sendo tudo encaminhado por Deus, tudo vai acontecendo para chegar a um momento melhor.
Neste mesmo ano mudou-se para a cidade de Iporá o Senhor José Bento e toda sua família. A sua filha Leopoldina, uma jovem senhora que também destinada por Deus tinha ficado viúva com três filhos pequenos, o mais velho com sete anos e a mais nova com um ano de idade.
A Leopoldina Maria de Jesus, nasceu no dia 05 de janeiro de 1921. Filha de José Bento de Oliveira e Ana Maria de Jesus. Ela também tinha ficado viúva em Goiânia no ano de 1946, antes de usa mudança com seu pai para Iporá.
Eles se conheceram e casaram em 30 de novembro de 1947. Com a união dos dois formaram um total de nove filhos, todos pequenos e todos precisando de apoio dos pais.
Os filhos de Leopoldina:
1° José Lourenço Ribeiro - 15 de março de 1940.
2° Lurdes Ribeiro dos Santos - 24 de abril de 1945.
3° Ana Lourenço Rabelo (Nitinha) - 14 de junho de 1946.
Mesmo com tudo acontecendo José Firmino pensando nos seus filhos, e nos filhos de seu vizinho, providenciou uma escola em 1948 para atender todas as crianças da região.
Em 1948 as coisas foram tomando rumo. Aquela nova família formada estava em fase de adaptação. Para eles era um novo começo. E em 18 de outubro nascia o primeiro filho do novo casal. Foi o Antônio José de Oliveira.
Na fazenda a rotina era a mesma, criando gado, cavalos, porcos, carneiros, também tocando roças fazendo pastagens e entre safra a moagem de cana para a fabricação da rapadura e o açúcar de forma, trabalho feito para a fazenda e para todos os vizinhos.
Em 25 de novembro de 1950 foi com muita alegria que receberam o segundo filho do casal, Divino José de Oliveira.
| Os filhos de José Firmino do primeiro casamento, os do primeiro casamento da segunda esposa dele, e os dois mais novos, fruto do casamento dos dois. |
Em 1953, José Firmino, junto com seu irmão João Firmino e outros da região, resolveram levar seus filhos para estudar em um colégio interno na cidade de Araguaiana, Mato Grosso
. O período escolar era de Fevereiro a Novembro de cada ano. E nesse intervalo eles voltavam para casa. O percurso era feito a cavalo gastando três dias, a noite dormia em redes, normalmente em varandas das fazendas em beiras de estradas, já previamente programados. Da casa de José Firmino foi João José de Oliveira, Jair José e José Lourenço.
Da casa de João Firmino foi Aldo e Maria Madalena "Nenzica'. De Iporá e também de Israelândia tinha outros alunos que também estudava no colégio. A partir de 1954 passou ir para o Colégio os sobrinhos da Divina, a primeira esposa de José Firmino, eles moravam na região da Cidade de Córrego do Ouro, indo também de a cavalo.
CAPITULO 4
Em 23 de maio de 1953 aconteceu o primeiro casamento dos filhos de José Firmino. Com apenas dezessete anos, três meses e dose dias de idade estava casando a Brasilina, a primeira filha de José Firmino.
Ela se casou com João Alves Cândido. Ele é filho de Gustavo Alves de Queiris e Avelina Cândida de Jesus.
Foi uma grande festa. Muitos convidados.
A rotina na fazenda continuava tudo correndo muito bem. Os filhos estudando no colégio interno, os outros continuavam sendo alfabetizado na mesma escola antiga. Todo final de ano, em novembro, era o mês de buscar os filhos e em fevereiro levar novamente para o colégio, foi no período de 1953 a 1956.
Em 19 de maio de 1955 tiveram mais alegrias nesta família. Nasceu mais um filho de José Firmino. Foi a Sebastiana de Oliveira, sendo o terceiro filho de José Firmino com Leopoldina.
E em 08 de abril de 1956 nasceu a primeira neta de José Firmino, Geni Maria Alves, sendo também a primeira filha do casal Brasilina e João Alves.
Em 24 de novembro de 1956 foi a formatura dos filhos João, Jair e José Lourenço e os sobrinhos Aldo e Madalena. Eles concluíram o quarto ano do primário.
As alegrias estavam reinando nesta família. Na fazenda tudo indo muito bem, tendo aumentado a pastagem e também as criações. Em 1958 foi um ano com dois importantes acontecimentos.
Em 27 de fevereiro de 1958 nasceu Sebastião José de Oliveira, quarto filho do casamento de José Firmino e Leopoldina.
Em 2 de setembro de 1958 nasce Genisilvo Alves de Oliveira, sendo o segundo neto de José Firmino e também o segundo filho do casal Brasilina e João Alves.
Em 1960 tiveram dois outro grandes acontecimentos.
Em 23 de junho de 1960 nasceu Genivaldo Alves de Oliveira, sendo o terceiro neto e também o terceiro e ultimo filho do casal Brasilina e João Alves.
Em 7 de dezembro de 1960, nasce o quinto e ultimo filho do casal José Firmino e Leopoldina, Firmino José de Oliveira.
Em 6 de maio de 1961 foi o segundo casamento na família, sendo do quarto filho de José Firmino.
Casa-se Maria Conceição de Oliveira Rocha com Édisom Alves Rocha. Ela passou a se chamar Maria Conceição de Oliveira Rocha .
No dia do seu casamento foi uma grande festa, e muito bonita. O noivo morava na fazenda Poções, no município de Jaupaci, em Goiás.
Quando a caravana da família do noivo chegou à casa da noiva, foi comemorado com muitos fogos e outras quantidades de tiros de revolveres para o alto.
Esta caravana do noivo tinha saído da fazenda Poções. Eles foram com uma tropa de montaria muito boa. Mesmo sendo uma boa tropa, mas pela distancia e a falta de uma estrada direta gastaram aproximadamente dez horas de viagem para chegar até a fazenda Córrego Seco, no município de Iporá, onde a noiva morava.
Em 14 de fevereiro de 1962 nasce o quarto neto de José Firmino. É Edinamar Oliveira Rocha sendo o primeiro filho do casal Maria Conceição e Édissom Alves Rocha.
Em 14 de julho de 1962 aconteceu o terceiro casamento na família, sendo do segundo filho de José Firmino. João José de Oliveira casa com Adjanila Tereza de Oliveira "Nenzinha". Ela filha de Inácio Pereira da Silva e Laurentina Tereza de Jesus. Inácio Pereira era primo da mãe de João José. Foi o primeiro de três casamentos que aconteceu na família de José Firmino e Inácio Pereira.
Em 22 de maio de 1963 aconteceu o quarto casamento na família, sendo do quinto filho de José Firmino. Casa-se Laura Maria da Silva com Silvio Pereira da Silva, que tinha o apelido de Toca. Silvio Pereira também era filho de Inácio Pereira, e ele era irmão de Adjanila.
Toca nasceu em 27 de fevereiro de 1938, filho de Inácio Pereira da Silva e Laurentina Tereza de Jesus. O Inácio Pereira era primo da Divina Conceição, a mãe da noiva. Foi o segundo casamento de três que aconteceu entre primos e filhos de José Firmino e Inácio Pereira.
Em 19 de julho de 1963 nasce o quinto neto. É Edma Oliveira Rocha Souza, sendo o segundo filho do casal, Maria Conceição e Édisom Alves Rocha.
Em 02 de agosto de 1963 nasceu o sexto neto. Foi Jovair João de Oliveira sendo primeiro filho do casal João José e Adjanila Tereza de Oliveira.
Em 21 de setembro de 1963 aconteceu o quinto casamento na família, sendo o terceiro filho de José Firmino. Jair José de Oliveira casou-se com Maura Tereza de Oliveira "Nega". Maura nasceu em 03 de julho de 1946. Nega também era filha de Inácio Pereira e Laurentina Tereza de Jesus. Completando assim o terceiro casamento entre primos e entre essas duas famílias de José Firmino e Inácio Pereira
Em 26 de outubro de 1963, José Lourenço, filho mais velho de Leopoldina, do primeiro casamento, com apenas vinte e três anos de idade, estando a vacinar o gado da família, na fazenda de José Firmino, laçava o gado quando de repente cai no chão. Todos irmãos vão para socorrer e percebe que ele já tinha sido levado para o Oriente Eterno. A causa foi um infarto repentino. O que surpreendeu a todos, pois ele não tinha nenhum problema anterior.
Em 25 de março de 1964 nasce o sétimo neto. É Elmiton Pereira da Silva sendo o primeiro filho do casal Laura e Silvio Pereira.
Em 3 de março de 1965 nasce o oitavo neto. É Sildesson Pereira da Silva sendo o segundo filho de Laura e Silvio Pereira.
Em 24 de abril de 1965 aconteceu o sexto casamento na família, sendo também o sexto e ultimo filho de José Firmino e Divina a se casar. Ilda Maria de Oliveira com Davi Nogueira Vargas. Ilda Maria de Oliveira pegando o sobrenome do marido, passa a se chamar Ilda de Oliveira Vargas. Davi nasceu em 29 de dezembro de 1942. Ele é filho de Sebastião Domingues Vargas, Sebastião Banheiro e dona Cornélia Nogueira Vargas.
Em 13 de agosto de 1965 nasce o nono neto, Adevanir Divina de Oliveira, e sendo o segundo filho do casal João José e Dejanila Tereza.
Em 21 de agosto de 1965 nasce o décimo neto na família. É Edimilson Oliveira Rocha, sendo o terceiro e ultimo filho do casal Maria Conceição e Édisom Alves Rocha.
Em 24 de dezembro de 1965 nasce o décimo primeiro neto na família. É o Adailton José de Oliveira sendo o primeiro filho do casal Jair e Maura Tereza.
Em 29 de janeiro de 1966 nasce o décimo segundo neto na família. Maristela de Oliveira Vargas sendo o primeiro filho do casal Ilda e Davi.
Ela se casou com João Alves Cândido. Ele é filho de Gustavo Alves de Queiris e Avelina Cândida de Jesus.
Foi uma grande festa. Muitos convidados.
A rotina na fazenda continuava tudo correndo muito bem. Os filhos estudando no colégio interno, os outros continuavam sendo alfabetizado na mesma escola antiga. Todo final de ano, em novembro, era o mês de buscar os filhos e em fevereiro levar novamente para o colégio, foi no período de 1953 a 1956.
Em 19 de maio de 1955 tiveram mais alegrias nesta família. Nasceu mais um filho de José Firmino. Foi a Sebastiana de Oliveira, sendo o terceiro filho de José Firmino com Leopoldina.
E em 08 de abril de 1956 nasceu a primeira neta de José Firmino, Geni Maria Alves, sendo também a primeira filha do casal Brasilina e João Alves.
Em 24 de novembro de 1956 foi a formatura dos filhos João, Jair e José Lourenço e os sobrinhos Aldo e Madalena. Eles concluíram o quarto ano do primário.
As alegrias estavam reinando nesta família. Na fazenda tudo indo muito bem, tendo aumentado a pastagem e também as criações. Em 1958 foi um ano com dois importantes acontecimentos.
Em 27 de fevereiro de 1958 nasceu Sebastião José de Oliveira, quarto filho do casamento de José Firmino e Leopoldina.
Em 2 de setembro de 1958 nasce Genisilvo Alves de Oliveira, sendo o segundo neto de José Firmino e também o segundo filho do casal Brasilina e João Alves.
Em 1960 tiveram dois outro grandes acontecimentos.
Em 23 de junho de 1960 nasceu Genivaldo Alves de Oliveira, sendo o terceiro neto e também o terceiro e ultimo filho do casal Brasilina e João Alves.
Em 7 de dezembro de 1960, nasce o quinto e ultimo filho do casal José Firmino e Leopoldina, Firmino José de Oliveira.
Em 6 de maio de 1961 foi o segundo casamento na família, sendo do quarto filho de José Firmino.
Casa-se Maria Conceição de Oliveira Rocha com Édisom Alves Rocha. Ela passou a se chamar Maria Conceição de Oliveira Rocha .
No dia do seu casamento foi uma grande festa, e muito bonita. O noivo morava na fazenda Poções, no município de Jaupaci, em Goiás.
Quando a caravana da família do noivo chegou à casa da noiva, foi comemorado com muitos fogos e outras quantidades de tiros de revolveres para o alto.
Esta caravana do noivo tinha saído da fazenda Poções. Eles foram com uma tropa de montaria muito boa. Mesmo sendo uma boa tropa, mas pela distancia e a falta de uma estrada direta gastaram aproximadamente dez horas de viagem para chegar até a fazenda Córrego Seco, no município de Iporá, onde a noiva morava.
Em 14 de fevereiro de 1962 nasce o quarto neto de José Firmino. É Edinamar Oliveira Rocha sendo o primeiro filho do casal Maria Conceição e Édissom Alves Rocha.
Em 14 de julho de 1962 aconteceu o terceiro casamento na família, sendo do segundo filho de José Firmino. João José de Oliveira casa com Adjanila Tereza de Oliveira "Nenzinha". Ela filha de Inácio Pereira da Silva e Laurentina Tereza de Jesus. Inácio Pereira era primo da mãe de João José. Foi o primeiro de três casamentos que aconteceu na família de José Firmino e Inácio Pereira.
Em 22 de maio de 1963 aconteceu o quarto casamento na família, sendo do quinto filho de José Firmino. Casa-se Laura Maria da Silva com Silvio Pereira da Silva, que tinha o apelido de Toca. Silvio Pereira também era filho de Inácio Pereira, e ele era irmão de Adjanila.
Toca nasceu em 27 de fevereiro de 1938, filho de Inácio Pereira da Silva e Laurentina Tereza de Jesus. O Inácio Pereira era primo da Divina Conceição, a mãe da noiva. Foi o segundo casamento de três que aconteceu entre primos e filhos de José Firmino e Inácio Pereira.
Em 19 de julho de 1963 nasce o quinto neto. É Edma Oliveira Rocha Souza, sendo o segundo filho do casal, Maria Conceição e Édisom Alves Rocha.
Em 02 de agosto de 1963 nasceu o sexto neto. Foi Jovair João de Oliveira sendo primeiro filho do casal João José e Adjanila Tereza de Oliveira.
Em 21 de setembro de 1963 aconteceu o quinto casamento na família, sendo o terceiro filho de José Firmino. Jair José de Oliveira casou-se com Maura Tereza de Oliveira "Nega". Maura nasceu em 03 de julho de 1946. Nega também era filha de Inácio Pereira e Laurentina Tereza de Jesus. Completando assim o terceiro casamento entre primos e entre essas duas famílias de José Firmino e Inácio Pereira
Em 26 de outubro de 1963, José Lourenço, filho mais velho de Leopoldina, do primeiro casamento, com apenas vinte e três anos de idade, estando a vacinar o gado da família, na fazenda de José Firmino, laçava o gado quando de repente cai no chão. Todos irmãos vão para socorrer e percebe que ele já tinha sido levado para o Oriente Eterno. A causa foi um infarto repentino. O que surpreendeu a todos, pois ele não tinha nenhum problema anterior.
Em 25 de março de 1964 nasce o sétimo neto. É Elmiton Pereira da Silva sendo o primeiro filho do casal Laura e Silvio Pereira.
Em 3 de março de 1965 nasce o oitavo neto. É Sildesson Pereira da Silva sendo o segundo filho de Laura e Silvio Pereira.
Em 24 de abril de 1965 aconteceu o sexto casamento na família, sendo também o sexto e ultimo filho de José Firmino e Divina a se casar. Ilda Maria de Oliveira com Davi Nogueira Vargas. Ilda Maria de Oliveira pegando o sobrenome do marido, passa a se chamar Ilda de Oliveira Vargas. Davi nasceu em 29 de dezembro de 1942. Ele é filho de Sebastião Domingues Vargas, Sebastião Banheiro e dona Cornélia Nogueira Vargas.
Em 13 de agosto de 1965 nasce o nono neto, Adevanir Divina de Oliveira, e sendo o segundo filho do casal João José e Dejanila Tereza.
Em 21 de agosto de 1965 nasce o décimo neto na família. É Edimilson Oliveira Rocha, sendo o terceiro e ultimo filho do casal Maria Conceição e Édisom Alves Rocha.
Em 24 de dezembro de 1965 nasce o décimo primeiro neto na família. É o Adailton José de Oliveira sendo o primeiro filho do casal Jair e Maura Tereza.
Em 29 de janeiro de 1966 nasce o décimo segundo neto na família. Maristela de Oliveira Vargas sendo o primeiro filho do casal Ilda e Davi.
Em 30 de agosto de 1966 nasce o décimo terceiro neto na família, é Adnair Tereza de Oliveira sendo o terceiro filho do casal João José e Adejanila Tereza.
Em 3 de outubro de 1967 nasce o décimo quarto neto na família é Jovenir João de Oliveira, sendo o quarto e ultimo filho do casal João José e Adejanila Tereza.
Em 30 de outubro de 1967 nasce o décimo quinto neto na família. É Vandomilton José de Oliveira, sendo o segundo filho do casal Jair e Maura Tereza.
Em 16 de fevereiro de 1969 nasce o décimo sexto neto. É a Marcilene Divina de Jesus, sendo o terceiro filho do casal Jair e Maura.
Em 10 de setembro de 1969 nasce o décimo sétimo neto. É a Simone de Oliveira Vargas, sendo segundo filho do casal Ilda e Davi.
Em 22 de junho de 1970 nasce o décimo oitavo neto. É a Lucilene Divina de Jesus, sendo o quarto e ultimo filho do casal Jair e Maura.
Em 11 de setembro de 1971 nasce o décimo nono neto. É Geovane de Oliveira Vargas, sendo o terceiro e ultimo filho do casal Ilda e Davi.
Em 28 de dezembro de 1971 Brasilina perdeu seu marido, João Alves Cândido. Ele faleceu com 35 anos.
Em 28 de dezembro de 1971 Brasilina perdeu seu marido, João Alves Cândido. Ele faleceu com 35 anos.
Em 16 de junho de 1972 nasce o vigésimo neto. É a Silvani Maria da Silva, sendo o terceiro e ultimo filho do casal Laura e Silvio Pereira.
Em 17 de maio de 1972, faleceu Davi Nogueira Vargas com apenas 30 anos, deixando Ilda com três filhos, todos pequenos.
Em 17 de maio de 1972, faleceu Davi Nogueira Vargas com apenas 30 anos, deixando Ilda com três filhos, todos pequenos.
Em 6 de janeiro de 1973 aconteceu o sétimo casamento na família, sendo da terceira filha do primeiro casamento de Leopoldina. Ana Lourenço "Nitinha" com Aguinaldo Alves Rabelo. Aguinaldo nasceu em 29 de agosto de 1947. Agnaldo é filho do casal Sebastião Rabelo e Dalvina. Eles vieram da cidade mineira Cascalho Rico.
Em 9 de fevereiro de 1973 aconteceu o oitavo casamento na família, sendo do décimo filho de José Firmino. Antônio José de Oliveira com Vilmaci Caitano de Oliveira. Vilmaci é filha de Adão Caetano e Iolanda, moradores do municipio de Jaupaci, Goiás.
Em 25 de maio de 1974 nasce o vigésimo primeiro neto. É a Márcia Caitano de Oliveira, sendo a primeira e única filha do casal Antonio José e Vilmaci Caitano.
Em 9 de fevereiro de 1973 aconteceu o oitavo casamento na família, sendo do décimo filho de José Firmino. Antônio José de Oliveira com Vilmaci Caitano de Oliveira. Vilmaci é filha de Adão Caetano e Iolanda, moradores do municipio de Jaupaci, Goiás.
Em 25 de maio de 1974 nasce o vigésimo primeiro neto. É a Márcia Caitano de Oliveira, sendo a primeira e única filha do casal Antonio José e Vilmaci Caitano.
Em 25 de novembro de 1974 nasce o vigésimo segundo neto. É Luciano Lourenço Rabelo, sendo o filho do casal Ana e Aguinaldo.
Em 8 de fevereiro de 1975 aconteceu o nono casamento na família, sendo do segundo filho do primeiro casamento de Leopoldina. Lourdes Maria Ribeiro casa Walter Moreira dos Santos, nascido em 14 de julho de 1946. O Walter é filho de Alvino Moreira dos Santos e Josefa Moreira dos Santos. Este casal vindo da Bahia, são dois dos vários fundadores de Iporá.
Em 07 de agosto de 1975, destinado por Deus, como Divina, sua sogra, Silvio Pereira, foi acometido de malária. E por está foi levado para o oriente eterno.
Em 07 de agosto de 1975, destinado por Deus, como Divina, sua sogra, Silvio Pereira, foi acometido de malária. E por está foi levado para o oriente eterno.
Em 14 de dezembro de 1975 nasce o vigésimo terceiro neto. É a Rosangela Ribeiro dos Santos sendo a primeira filha do casal Lourdes e Walter.
Em 7 de setembro de 1976 nasce o vigésimo quarto neto. É Juliana Maria Lourenço Rabelo sendo a segunda filha do casal Ana "Nitinha" e Aguinaldo.
Em 12 de setembro de 1977 nasce o vigésimo quinto neto. É Rogério Ribeiro dos Santos sendo o segundo e ultimo filho do casal Lourdes e Walter.
Em 24 de setembro de 1977 aconteceu o décimo casamento na família, sendo do décimo primeiro filho de José Firmino. Casa-se Divino José de Olivera e Neusa Maria da Silva Oliveira. Neusa nasceu em 29 de novembro de 1956. Neuza é filha do casal Manoel José da Silva "Lico" e Maria Narcisa da Silva "Mariquinha". Eles primos de José Firmino e também descendentes de José Manoel da Silva.
Em 7 de setembro de 1976 nasce o vigésimo quarto neto. É Juliana Maria Lourenço Rabelo sendo a segunda filha do casal Ana "Nitinha" e Aguinaldo.
Em 12 de setembro de 1977 nasce o vigésimo quinto neto. É Rogério Ribeiro dos Santos sendo o segundo e ultimo filho do casal Lourdes e Walter.
Em 24 de setembro de 1977 aconteceu o décimo casamento na família, sendo do décimo primeiro filho de José Firmino. Casa-se Divino José de Olivera e Neusa Maria da Silva Oliveira. Neusa nasceu em 29 de novembro de 1956. Neuza é filha do casal Manoel José da Silva "Lico" e Maria Narcisa da Silva "Mariquinha". Eles primos de José Firmino e também descendentes de José Manoel da Silva.
Em 28 de outubro de 1978 nasceu o vigésimo sexto neto. É a Flaviana Lourenço Rabelo, sendo o terceiro e ultimo filho do casal Ana e Aguinaldo.
Em 25 de novembro de 1979 nasce o vigésimo sétimo neto. É o Breno Silva Oliveira, sendo o primeiro filho do casal Divino José e Neusa Maria.
No dia 1° de dezembro de 1979 casa-se o décimo segundo filho da família, sendo o décimo primeiro casamento dos filhos de José Firmino com Leopoldina. Casa-se Sebastiana de Oliveira e Miguel Apolinário Coelho.
Miguel é filho de Pedro José Coelho e Lazara Marcelina, vindo da cidade de Moiporá, Goiás.
Em 28 de fevereiro de 1981 nasce o vigésimo oitavo neto. É o Vinício Apolinário Oliveira Coelho, sendo o primeiro filho do casal Sebastiana e Miguel Apolinário.
No dia 1° de dezembro de 1979 casa-se o décimo segundo filho da família, sendo o décimo primeiro casamento dos filhos de José Firmino com Leopoldina. Casa-se Sebastiana de Oliveira e Miguel Apolinário Coelho.
Miguel é filho de Pedro José Coelho e Lazara Marcelina, vindo da cidade de Moiporá, Goiás.
Em 28 de fevereiro de 1981 nasce o vigésimo oitavo neto. É o Vinício Apolinário Oliveira Coelho, sendo o primeiro filho do casal Sebastiana e Miguel Apolinário.
Em 23 de abril de 1982 nasce o vigésimo nono neto. É a Beatriz Silva Oliveira, sendo a segunda e ultima filha do casal Divino José e Neuza Maria.
Em 19 de janeiro de 1983 nasce o trigésimo neto. Tiago Apolinário Oliveira segundo filho do casal Sebastiana e Miguel Apolinário.
Em 21 de outubro de 1984 nasce o trigésimo primeiro neto. É Miguel Apolinário Junior. Sendo o terceiro e ultimo filho do casal Sebastiana e Miguel.
Em 04 de abril de 1988 destinado por Deus, Antônio José de Oliveira, acometido de uma depressão, levou ao oriente eterno em 4 de abril de 1988.
Em 04 de abril de 1988 destinado por Deus, Antônio José de Oliveira, acometido de uma depressão, levou ao oriente eterno em 4 de abril de 1988.
Em 13 de julho de 1991 aconteceu o décimo segundo casamento na família, sendo do décimo quarto e ultimo filho da família de José Firmino. Foi o do Firmino José de Oliveira e Dinair Ribeiro Lemes de Oliveira.
Em 22 de fevereiro de 1992 aconteceu o décimo terceiro e ultimo casamento de filhos de José Firmino. Sendo também do décimo terceiro filho. Foi o Sebastião José de Oliveira e Simone Maria da Silva Oliveira.
Em 05 de novembro de 1992 nasce o trigésimo segundo neto. Foi o Firmino de Oliveira Neto. Sendo o primeiro filho do casal Firmino e Dinair.
Em 23 de novembro de 1992 nasce o trigésimo terceiro neto. É a Ana Carolina Silva Oliveira. Sendo o primeiro filho do casal Sebastião e Simone.
Em 28 de abril de 1994 nasce o trigésimo quarto neto. É José Geraldo da Silva Oliveira, sendo o segundo e ultimo filho do casal Sebastião e Simone.
Em 25 de fevereiro de 1995 nasce o trigésimo quinto e ultimo neto da família de José Firmino. Foi o Ricardo Lemes de Oliveira, sendo também o último filho de Firmino e Dinair.
Em 21 de agosto de 1995, Edissom Alves da Rocha foi levado para o Oriente Eterno, deixando Maria Conceição, faltando nove dias para ela completar 53 anos de idade.
Em 21 de agosto de 1995, Edissom Alves da Rocha foi levado para o Oriente Eterno, deixando Maria Conceição, faltando nove dias para ela completar 53 anos de idade.
CAPITULO 5
José Firmino, após ficar viúvo em 20 de setembro de 1986, pela segunda vez. Adquiriu a terceira companheira Sebastiana Claudina da Silva. Sebastiana nasceu em 13 de fevereiro de 1941. Ela também era viúva pela segunda vez, sendo que o seu ultimo esposo foi o Joaquim Bento, que era cunhado de José Firmino, irmão de Leopoldina. Ela também tinha cinco filhos, três do primeiro casamento e dois do segundo casamento.
1° - Ozoria Maria de Jesus, nascida em 12 de dezembro de 1953.
2° - Lázaro Claudino de Oliveira, nascido em 19 de julho de 1957.
3° - José Claudino da Silva, nascido em 18 de janeiro de 1960.
4° - Sebastião Silva de Oliveira, nascido em 14 de setembro de 1966.
5° - João Silva de Oliveira, nascido em 9 de outubro de 1967.
Com a terceira companheira José Firmino viveu até sua partida para o Oriente Eterno, em 4 de julho de 2004.
1° - Ozoria Maria de Jesus, nascida em 12 de dezembro de 1953.
2° - Lázaro Claudino de Oliveira, nascido em 19 de julho de 1957.
3° - José Claudino da Silva, nascido em 18 de janeiro de 1960.
4° - Sebastião Silva de Oliveira, nascido em 14 de setembro de 1966.
5° - João Silva de Oliveira, nascido em 9 de outubro de 1967.
Com a terceira companheira José Firmino viveu até sua partida para o Oriente Eterno, em 4 de julho de 2004.



